sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Entrevista a Megan Maxwell, autora de uma vasta colectânea de êxitos literários

Megan Maxwell


Megan Maxwell é uma reconhecida e prolífica escritora do género romântico. Filha de mãe espanhola e pai americano, publicou vários romances.

Em 2010 ganhou o Prémio Internacional Seseña de Novela Romântica; em 2010, 2011 e 2012 recebeu o Prémio Dama de Clubromantica.com; e em 2013 o «AURA», galardão outorgado pelo «Encuentro Yo Leo RA» (Romântica Adulta).

Vive numa encantadora aldeia nos arredores de Madrid, na companhia do marido, dos filhos, do cão Drako e do gato Romeo.


Estivemos à conversa com Megan Maxwell de uma simpatia extrema. Foi um prazer ter participado nesta conversa.


1) Como começou sua paixão pelos livros?

A minha paixão por livros surgiu pela primeira vez como leitora. Adorava ler todos os romances que a minha mãe tinha em casa, e sempre que terminava um, pensava: "Se fosse eu a escrever, teria escrito de outra forma".

2)  Quando e como surgiu o gosto pela escrita?

Um dia estava aborrecida em casa, sem saber o que fazer, e eu levei caneta e papel, como não havia ainda computadores, peguei em papel e caneta e comecei a escrever. No inicio não percebi que estava a escrever um romance até que me dei conta que tinha criado uma história e uns personagens de que gostava muito e continuei até terminá-lo. Foi assim que surgiu o meu primeiro romance "Quase um romance”.

3) Faz da escrita a sua profissão?

Adoro a minha profissão. Penso que hoje em dia é um luxo alguém se poder dedicar ao que gosta e eu por sorte consegui.

4) De onde surgem os seus personagens, imaginação ou realidade?

As personagens normalmente surgem da imaginação. É verdade que por vezes há coisas que acontecem na realidade que servem para fazer essas personagens, mas tento que na maioria das vezes saiam da minha imaginação.

5) Dos livros que já escreveu, qual o seu personagem favorito?

Todos eles têm algo de muito especial. No fundo sou a “mãe” de todos eles e escolher um é muito complicado.

6) Já alguma vez se deparou com pessoas a ler um livro seu? Se sim, qual a sensação?

Sinto-me espectacular, é uma felicidade ver como os leitores gostam de ler o nosso trabalho, assim como nós gostamos de escrever.

7) Qual a sensação, ao deslocar-se a uma superfície comercial, e ver os seus livros à venda?

É um orgulho, sinto muito orgulho de ter conseguido que os meus romances tenham chegado ali e isso deixa-me muito feliz.

8) Quando está a escrever um livro partilha a história com alguém para se aconselhar?

Normalmente quando estou a escrever não compartilho a história com ninguém. Quero que o livro seja apenas escrito por mim. Crio as cenas e as personagens que eu quero e que gosto. Por isso apenas entrego o trabalho à Editora quando está completo, nunca antes.

9) Qual o seu autor e livro favorito?

O meu livro favorito é “O Resgate” da escritora Julie Garwood. Adoro esse livro e acho que já o li centenas de vezes.

10) Segue o género literário do seu autor preferido, ou adopta outro?

Na hora de escrever gosto de ter o meu próprio estilo, mas penso que é possível que por vezes se nota na escrita a influência de alguns dos meus autores preferidos.

11) Quando termina de escrever um livro, qual o sentimento?

É um misto de alegria e tristeza. Alegria porque terminei um novo livro e tristeza porque de certa maneira tenho de me despedir dos personagens de quem aprendi a gostar durante todo o processo.

12) Como vê o momento actual da Literatura no mundo?

Penso que está complicado devido à pirataria. A pirataria poderá levar a que as Editoras deixem de editar os escritores, o que vai fazer com que muitos livros nunca cheguem em papel a certos países.

13) Em que país os seus livros são mais vendidos?

De momento em Espanha, mas pelo que me consta também em toda a América Latina se vendem muitos. E, sei também que existem muitas “guerreiras” loucas por tê-los.

14) Quer deixar alguma mensagem especial aos seguidores do blog Marcas de Leitura?

Quero dizer-lhes que adorei estar com eles um pouquinho através destas linhas e que se lembrem que é preciso sonhar, porque quem não sonha não vive.

Manuela - Para já fico-me por aqui e agradeço desde já a sua disponibilidade e simpatia,
Muito obrigada Megan, desejo-lhe os maiores sucessos!

Megan – Muito obrigada. Foi um prazer responder à entrevista e agradeço-te por me deixares estar no teu bonito blog. Mil beijos.









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